CNA debate impacto do piso mínimo do frete e gargalos da infraestrutura portuária no agro

Entidade alerta para aumento dos custos logísticos, excesso de multas automatizadas e desafios estruturais que afetam o transporte e as exportações do agronegócio brasileiro.

João Victor Almeida

5/7/20261 min read

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) discutiu os impactos do piso mínimo do frete rodoviário e os desafios da infraestrutura portuária durante reunião da Comissão Nacional de Logística e Infraestrutura. O encontro destacou os entraves enfrentados pelo agronegócio nos setores rodoviário, ferroviário e hidroviário, além da necessidade de investimentos e soluções de longo prazo para melhorar a competitividade do setor.

Entre os principais pontos debatidos estiveram a fiscalização eletrônica da tabela de frete, implantada pela ANTT, e o aumento das autuações automáticas contra transportadoras. Segundo a CNA, o novo modelo tem provocado excesso de multas, falhas operacionais e elevação dos custos logísticos para produtores e empresas do agro.

A entidade também reforçou a preocupação com os gargalos nos portos brasileiros, que impactam diretamente o escoamento da produção agrícola e as exportações. Para a CNA, melhorar a infraestrutura logística é essencial para garantir eficiência, reduzir custos e fortalecer o agronegócio brasileiro no mercado internacional.